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A importância de relaxar na gravidez



Alivie as tensões e o stress do dia a dia aprendendo a ter consciência das suas emoções e das necessidades do seu corpo.

A prática de atividades que proporcionem bem-estar e um estado de espírito equilibrado pode ser realizada em qualquer altura da sua vida.

A gravidez, para além de ser fisicamente exigente é também um momento em que poderá sentir um turbilhão de emoções. Uma das formas mais eficazes de aliviar as tensões e o stress do dia a dia e enfrentar os problemas com serenidade é aprender a ter consciência das suas emoções e das necessidades do seu corpo durante a gravidez.

Há diversos tipos de exercícios de relaxamento que pode fazer em casa ou num estúdio/ginásio. Para obter resultados, deverá praticar as técnicas de relaxamento de forma contínua. O ideal seria conseguir meditar, pelo menos, uma hora por dia.

As aulas de preparação para o parto, numa fase mais tardia da gravidez, também a ajudarão a conhecer o que a espera, a antecipar as emoções que poderá vir a sentir e a aprender as técnicas de postura e respiração que deverá adotar em cada uma das fases do trabalho de parto. Tudo isto poderá contribuir para aumentar o seu nível de segurança e a sensação de domínio das situações.

Entre as atividades que pode praticar, encontram-se a meditação e o treino de pensamentos positivos, o ioga ou as massagens.

Se preferir, compre um livro ou um vídeo e pratique em casa, com o seu companheiro. Esta partilha poderá também aumentar a auto-confiança do seu companheiro e prepará-lo para o momento em que estiver ao seu lado na sala de parto.
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Não se acostume com a dor.



Há algum tempo tenho pensado em abordar um assunto com vocês, mas por se tratar de um problema que me afeta eu venho adiando. Na verdade o assunto é meio complexo, de difícil abordagem, por esse motivo eu decidi falar de maneira pessoal, como a doença me afetou e o longo caminho até sua descoberta. Você deve estar se perguntando sobre o que estou falando, eu falo sobre endometriose!

Tive minha filha através de uma cesariana, sem complicações e com uma recuperação rápida e muito feliz. Após minha filha completar 1 ano, comecei sentir dores insuportáveis no lado esquerdo da barriga, bem onde cicatrizou o corte da cirurgia. Sempre notei a relação com o período menstrual, mas não era cólica, se a cólica já é uma dor perturbadora, a dor que sentia era massacrante, mal conseguia andar. Não é atoa que esse tipo de dor é considerada incapacitante, pois você perde mesmo a capacidade de trabalhar, se divertir ou mesmo ter uma noite de sono. A dor me roubava da rotina, incapacitando de ter uma vida normal.

Fiz exames mas nada foi diagnosticado, o sofrimento continuava, alguns médicos tratavam o assunto como se fosse pura manha. Isso me dava um desanimo que cheguei acreditar que nunca descobriria o que tinha, e o medo do desconhecido me fazia muito mal, pois eu sabia que algo estava errado, sentia isso 15 dias por mês e os médicos não sabiam o que era.

Quando me mudei para Goiânia  eu tentei um ginecologista pelo plano de saúde, o que foi ótimo, pois fiz alguns exames que ainda não tinha feito, e através de um Ultrassom de Partes Moles, ele viu que tinha algo errado, um tecido no local que eu sentia dor, mas o tal tecido era palpável, pelo menos pra mim. Pronto ele descobriu o que era, a maldita endometriose, mas infelizmente não foi a solução, era apenas o começo de mais sofrimento. Mesmo assim agradeço o médico por ter ao menos diagnosticado o que eu tinha. Ele passou um medicamento muito utilizado no tratamento da doença. Mas o preço altíssimo, os enormes efeitos colaterais e a dor alucinante me fez desistir do tratamento e partir a procura de outro medico.

A dor era tanta que todo mês tinha que tomar medicações fortíssimas na veia, medicações que já  não conseguiam aliviar a dor, deixar de trabalhar e ficar de cama. E ainda ver as pessoas duvidando de todo aquele sofrimento. Sempre digo, só quem tem sabe o martírio que é, eu até me acostumei a sentir uma dor mais branda durante todo o mês. Me acostumei a chorar nos consultórios médicos pedindo ajuda, queria que alguém resolvesse meu problema, queria ter uma vida normal. 

Comecei participar de grupos de ajuda no Facebook, conheci mais mulheres com o mesmo problema, descobri que não estava sozinha, vi que muitas passavam por um problema até maior que o meu, pois a Endometriose causa infertilidade, muitas não conseguem realizar o sonho de ser mãe, felizmente esse sonho eu já realizei. E realmente ajudei, pois se antes me sentia uma fraca por causa da dor, descobri que era mais uma guerreira, uma guerreira que enfrenta diariamente o monstro da endometriose.

Encontrei uma nova ginecologista, está muito recente, estamos fazendo uma nova tentativa. não é a solução, pois ainda não existe uma solução, mas optamos por evitar a menstruação. Claro que tem os contras, vamos falar sobre isso mais adiante, mas a dor diminuiu, tenho me sentido melhor, não sei ainda o que vai acontecer. Mas já me sinto confortável para dividir isso com vocês.

Agora que já dividi um pouco da minha luta com vocês, eu vou começar abordar mais sobre o assunto, vou postar pesquisas que me ajudaram, a maior parte do que descobri sobre a endometriose foi pesquisando, estudando, ainda não existem muitos médicos capacitados sobre a Endometriose, eu não tive acesso a nenhum, mas tive acesso a uma boa profissional, tive sorte, nem todas tem. Em breve vou postar sobre o que é, sintomas, tratamento e tudo que precisamos saber, pois esse texto já está extenso demais.

Só deixo um alerta a vocês mulheres, não achem que rolar de dor achando que é cólica é normal, pois não é, não deixem ninguém diminuir a dor que estão sentindo. Vão atras, não se acostumem com a dor, você não precisa sofrer sozinha. E se você tem endometriose e quer compartilhar a sua historia, entre em contato comigo. Vamos nos unir e buscar melhor qualidade de vida para portadoras da endometriose.
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Não deixe um bebê chorar

Hoje gostaria de compartilhar um texto que não é de minha autoria, mas que a mensagem é tão importante que ´precisa ser lido! Todos os créditos estão no final, imagem do meu acervo pessoal.



De todas as teorias do universo materno, as que me assustam são: não dar colo para o bebê, regular a amamentação em horários cronológicos e deixar o bebê chorando. Elas me pegam na alma.

Bebes não sabem falar, nasceram em um ambiente aquático, escuro, cheio de movimento e calor e estão do lado de fora.

Precisam ser alimentados, estranham. Descobrem no peito uma maneira de ter o aconchego pleno.

Basta ver uma cadela: quando o filhote chora a mãe corre e aconchega. Bebês não choram a toa e se choram estão pedindo:
- Por favor me ajude

Ajude a dormir, a enfrentar a solidão, a lidar com a temperatura que oscila.

Quando um bebê pede colo ele está reconhecendo que você é uma segurança.

Quando você nega esse colo ele pode se acostumar com a negligência e resignar-se. Mas ele não está feliz.

Eu adoro o conceito: permita que as crianças sejam dependentes no momento em que podem ser, para que sejam independentes para toda a vida.

O que mais vejo neste mundo são pessoas dependentes e resignadas.

Dependentes de comida, de medicamentos, de sexo, de necessidade de aceitação.

São, algumas vezes, sobreviventes de pequenos ou grandes abandonos.

Algumas vezes vendo esses programas que difundem a idéia da Torturadora de bebês eu sinto algo inexplicável: eu choro com a mãe que chora, com o filho que dorme soluçando.

Não há nada mais fácil e prazeroso para mãe e bebê do que deitar junto com o bebe e dormir agarradinho.

É tão rápido que eles crescem. O que são 3 anos diante de uma vida toda?

Queremos tanto a independência precoce, exaltamos isso como troféu e depois questionamos onde se perdeu esse fio.

Eu vejo idosos abandonados com cuidadores ou em asilos e vejo ali o reflexo de uma sociedade que fecha os olhos para os dependentes trocando o amor por tecnologia, chupeta, mamadeira, berço que balança e no fim, uma cama fria e olhos de uma profissional contratada.

Assim começa a vida, assim ela termina. No meio um grande vazio que tentamos preencher. Um vazio cultivado em nome dessa ilusória independência precoce.


Creditos: Kalu Brum

(Texto retirado da página https://www.facebook.com/espiritismobrasilcom depois encontrei o original no site: http://vilamamifera.com/cafemae/nao-deixe-um-bebe-chorar)

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Resenha - O Jardim de Liz

As crianças amaram o livro.


Aqui em casa os livros estão sempre à mão, a Emilly cresceu rodeada de livros que é minha grande paixão. Quando conheci o trabalho da Polyana A. Matumoto, eu me encantei com a forma como ela usa a literatura para passar valores para as crianças, impossível você ler o livro O Jardim de Liz e não tirar algum aprendizado. E isso se dá de uma forma leve e lúdica, uma verdadeira viagem ao mundo da fantasia!
Gostei muito da relação da nossa protagonista com os pais, uma relação linda fortalecida com muito diálogo, seus pais passam ensinamento que todos devemos passar aos nossos filhos e Liz não só os absorve como passa adiante. Gosto muito quando Liz diz que sua mãe cura com as palavras, pois acredito que assim como elas são capazes de machucar, as palavras também podem curar. E a autora tem o dom da palavra, senti isso ao decorrer do livro, impossível não viajar no mundo mágico que habita esse lindo jardim.
As ilustrações do livro foram feitas pela própria autora.

Essas foram as preferidas da Emilly.

Recomendo muito a leitura, um presente riquíssimo para as crianças, cheio de magia, fantasia, amor e preceitos que se bem aproveitados, poderão ser levados para a vida! Um belíssimo livro escrito pela autora para sua filha Liz, uma menininha linda de 2 anos, foi publicado pela Editora Chiado e já é um grande sucesso, inclusive já está sendo adaptado para o Teatro!

Os dois exemplares, tanto o da Emilly quanto o do Heitor, vieram autografados.

Saiba um pouco mais sobre essa história:

Liz era uma garotinha que possuía uma beleza única, sorriso fácil e bom coração. Mas estava longe de ser como as outras crianças de sua idade. Liz passava a maior parte dos seus dias no jardim de sua casa, o jardim que tanto amava! Aconteceu que chegou o dia de seu sétimo aniversário. Sua mãe, que adorava preparar festas e recepções, não perderia a oportunidade de dar uma bela festa à sua amada filha. Enfim, chegara a hora de cantar Parabéns. Seu coração estava extasiado e batia cada vez mais forte ao se aproximar o momento de seu pedido especial. Quando finalmente a música terminou e os gritos e palmas explodiram, Liz fechou os olhos, desejou profundo, suspirou com fé e soprou as velas de uma só vez. Por um milésimo de segundo tudo parou, os sons emudeceram e um arrepio subiu por sua espinha. Algo mágico estava para acontecer. Mal sabia Liz que estava prestes a viver uma grande aventura! Seu desejo de aniversário de descobrir os segredos de seu jardim havia se realizado e ela poderia conhecer todos os Alam que moravam nele. Os Alam eram os seres mágicos da natureza responsáveis pelas transformações que ela assistia dia após dia; em cada renascer, em cada florescer, em cada reviver de seu jardim do coração. Com cada um deles, Liz aprendeu lições valiosas, que a guiarão por toda a sua vida.

Recomendamos O Jardim de Liz!


Mais informações sobre a autora: Aqui
Tem presente para vocês, vai ter sorteio de um livro autografado pela autora, lá na fan page, não percam!!              

Obrigada Polyana, pelo presente que foi essa leitura, estamos ansiosos pelo seu  próximo trabalho!


E você, já leu para uma criança hoje? 
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O Jardim de Liz



Chegaram aqui na redação, eu, a Emilly e o Heitor amamos! Impossível não se encantar, a escritora tem mesmo o dom das palavras! Me encantei desde o prefácio, a leitura já foi concluída, mas a resenha só nas próximas postagens pois preciso tirar as fotos! 😍😍😍




Sinopse:

Liz era uma garotinha que possuía uma beleza única, sorriso fácil e bom coração. Mas estava longe de ser como as outras crianças de sua idade. Liz passava a maior parte dos seus dias no jardim de sua casa, o jardim que tanto amava! Aconteceu que chegou o dia de seu sétimo aniversário. Sua mãe, que adorava preparar festas e recepções, não perderia a oportunidade de dar uma bela festa à sua amada filha. Enfim, chegara a hora de cantar Parabéns. Seu coração estava extasiado e batia cada vez mais forte ao se aproximar o momento de seu pedido especial. Quando finalmente a música terminou e os gritos e palmas explodiram, Liz fechou os olhos, desejou profundo, suspirou com fé e soprou as velas de uma só vez. Por um milésimo de segundo tudo parou, os sons emudeceram e um arrepio subiu por sua espinha. Algo mágico estava para acontecer. Mal sabia Liz que estava prestes a viver uma grande aventura! Seu desejo de aniversário de descobrir os segredos de seu jardim havia se realizado e ela poderia conhecer todos os Alam que moravam nele. Os Alam eram os seres mágicos da natureza responsáveis pelas transformações que ela assistia dia após dia; em cada renascer, em cada florescer, em cada reviver de seu jardim do coração. Com cada um deles, Liz aprendeu lições valiosas, que a guiarão por toda a sua vida.


Sobre a autora:






Polyana A. Matumoto –  Nascida em Uberlândia, Minas Gerais. Reside atualmente na cidade de Ituiutaba – MG. 30 anos. Graduada em Psicologia, Especialista em Terapia Comportamental Cognitiva, Mestre em Psicologia Aplicada, Psicóloga da Diretoria Estudantil da Universidade Federal de Uberlândia. Autora do blog porondeandamosjuntos.blogspot.com.br. Fala 5 línguas (Português, Inglês, Italiano, Francês e Japonês). Hexacampeã Brasileira de Karate. Casada com um historiador e mãe de uma filha linda de 2 anos chamada Liz.

Fan Page: O Jardim de Liz



Obrigada pela confiança Polyana A. Matumoto, espero que nossa parceria renda bons frutos! Parabéns pelo seu belo trabalho, e também pelo dia do escritor, vocês merecem todas nossas homenagens pelo trabalho sem igual que prestam a humanidade!!